quarta-feira, 15 de julho de 2015

segunda-feira, 13 de julho de 2015

a questao e da motivação. Como a gente supre as nossas necessidades legitimas

O DIABO MORA NA PORTA DA NECESSIDADE

Jesus disse aos judeus que Deus poderia “das pedras suscitar descendência à Abraão”. Entretanto, Ele negou-se a transformar pedras em pães. Mas, paradoxalmente, iniciou Seu ministério transformando água em vinho.
Portanto, quando da tentação—ocasião na qual negou-se a transformar pedras em pães—a ênfase não recai na violência essencial, do ponto de vista físico, que tal “transformação” implicaria, mas sim nas razões que o induziam a ver naquilo uma tentação.
Ora, Ele estava sendo sugestionado pelo diabo, e, em toda sugestão que carregue uma motivação errada, não importando o que seja, seguí-la, é sempre algo mal.
Aqui, neste ponto, fica claro que a questão de Jesus para não realizar aquele feito, não era de natureza moral e nem teológica, mas sim existencial. Seguir aquela sugestão seria mal tanto em razão da motivação—de um lado, fome; de outro, demonstração de poder—, quanto também em razão do motivador: o diabo.
De fato, o diabo mora na esquina onde a necessidade e oferta se encontram sob o patrocínio da fome.
O interessante, naquele episódio, é que o diabo não faria nada, e não fez nada, exceto sugerir que Jesus fizesse algo por Si mesmo. Isto porque o diabo precisa do indivíduo para realizar qualquer coisa. O diabo não realiza nada na Terra sem o homem.
O mal não é pré-definido, necessariamente. Às vezes ele o é, e todos sabemos quando ele já chega com sua própria cara. Na maioria das vezes, entretanto, o mal não tem cara de nada mal, exceto pelo fato que ele realiza o casamento da necessidade instintual ou existencial, com a oferta de algo que seria anti-natural, mas realizaria um alívio imediato.
As tentações que nascem do instinto e da existencialidade são poderosas. Aliás, essas são as únicas tentações que de fato tentam.
O erro, nesse caso, está na entrega da necessidade à sugestão que vem de fora. É esse ceder à sugestão aquilo que conflitua a alma. Isto porque, sozinho, Jesus jamais transformaria pedras em pães a fim de se alimentar. Mas quando o diabo se imiscui no ambiente da necessidade, então, a simples fome virou tentação.
Ter fome não é mal, ao contrario, é bom. Pouca coisa é tão ruim quanto fome zero. Viver sem fome pode ser muito ruim, e quem já sofreu de algum tipo de inapetência sabe o que estou falando.
O equilíbrio da existência está entre a fome e o pão. Pão sem fome é um horror, e fome sem pão é uma desgraça.
É justamente nesse limbo que o diabo mora!
O diabo não vive do que é mal, mas sim de transformar o que é bom em algo ruim, pois que, tal coisa, se realizaria como concessão dele. O diabo adora pretender fazer concessões. Ele sabe que são essas concessões ilegítimas aquilo que torna até o ato de comer pão em algo culposo.
Na realidade aceitar algo como concessão do diabo é aquilo que torna qualquer coisa em algo ruim.
Nesse caso, o corpo treme de fome, e as pulsões de estranhos desejos se somam à necessidade, e a alma mergulha a caminho da transgressão a si mesma.
Pior do que a fome é o pão que carrega a sugestão do diabo!
Jesus se viu livre da tentação não negando a necessidade (o pão), mas afirmando a necessidade superior do ser: comer também e, sobretudo, a Palavra de Deus.
Negar a fome aumenta a tentação. Assumi-la, esvazia a tentação.
Quando você estiver com “fome”, e for algo normal, não negue a fome—afinal, depois de 40 dias e noite quem não estivesse morrendo de fome seria anormal—, ao contrário, respeite-a e chame-a pelo nome, você mesmo, e não deixe que ninguém se torne senhor de sua necessidade.
Jesus saiu dali e foi comer. E comeu comida de anjos. Mas só comeu o que era bom porque negou-se a comer conforme o cardápio do diabo.
Nenhuma necessidade humana é pecaminosa. A pecaminosidade da necessidade é apenas fruto da sugestão e de como ela vem.
Ora, assim como é com Deus, assim também é com o diabo, pois a questão não é o quê, mas sim como.
Sim, eu repito: a questão não é o quê—posto que todas as coisas provêm de Deus—mas sim “como”, posto que nem tudo o que é bom, é bom sempre, pois todo bem se torna em mal quando o patrono da solução é o diabo.
Assim, não se preocupe com a sua fome, mas apenas com as “soluções” que você encontra.
E lembre-se: Nem só de pão vive o homem, mas de toda Palavra que sai da boca de Deus.

Caio
Escrito em 2003
Copacabanaas

domingo, 12 de julho de 2015

tá com doença terminal e vai morrer? Puxa... eu também vou morrer, todo mundo está morrendo dia a dia...

https://www.youtube.com/watch?v=qTrT9ueFV_o

Aos 9:27:

Uma senhora diz pastor estou com cancer e vou morrer...

O pastor: Eu vou orar pela senhora. Se a senhora for curada toda a igreja verá a glória de Deus. Se a senhora não for curada, a senhora vera a glória de Deus.


A gente nunca tem derrota nesta coisa de morte.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

a dotorinha birrenta

Eis que vem uma dotorinha (se bem que sem o CRM em mãos) e quer a todo custo obrigar o funcionário aceitar como boa uma suposta sua assinatura que não condiz com a assinatura que ela deixou como modelo.
E não bastasse isso, apresenta um documento em que os nomes de filiação diferem dos constantes em seu cadastro.
Exige exige e diante na negativa... quer falar com o gerente. Ameaça o atendente , que se nao fizer vai denunciar na ouvidoria,
O rapaz diz que foi o gerente que endossou o seu proceder, pois já havia ido consulta-lo e a resposta era negativa.
A dotorinha faz birra, nunca na vida deve ter sido contrariada, so pode ser.
Avisam (outro) que o gerente está no saguão... basta perguntar por ele.
A dotorinha bate o pe e não sai do lugar, diz que o seu direito é de que o gerente é que deve vir até a dotorinha.
O gerente esta atendendo outro cidadão.
A dotorinnha se recusa a sair do lugar só pra fazer pirraça, só pra prejudicar os demais que esperam para serem atendidos.
O atendente diz que precisa atender outras pessoas enquanto ela aguarda o gerente, mas a dotorinha nao deixa, nao abre nenhum espaço para os outros. faz birra porque sempre deve ter sido exclusiva.
O gerente vem e pede para o acompanhar para conversarem e tomar ciencia.
Ela diz que vai ligar pra ouvidoria e que nao quer falar.
liga na frente de todos, ainda que nao seja prudente usar o celular naquele ambiente. Faz que liga ou liga e distorce tudo, se faz de inocente, altera o teor dos fatos e tudo, O atendente se segura mas se percebe que esta ficando nervoso. Os colegas sugerem  que ele saia do lugar e que os demais cuidam da fila.
A dotorinha ainda fica por ali, tumultuando, inventando uma historia aonde ela é a coitadinha que merece atenção e defesa.
Assim caminha a humanidade?